Como admirador do clássico "Drácula" dirigido por Francis Ford Coppolla em 1992, ler o livro original escrito há mais de um século foi uma curiosidade saciada.
Porém devo ressaltar que as diferenças entre o livro e o filme são significativas.
Brans Stocker foi a inspiração do mestre do terror contemporâneo Stephen King, de quem ele muito provavelmente herdou o estilo prolixo de escrever. A diferença é que evidentemente King tem uma linguagem própria de nossa época, já Stocker usa os clichés melodramáticos da época, o que ao meu ver emperra a leitura. O fato de ser um texto epistolar(contado através de diários, cartas e recortes de jornais) também não ajuda..
O filme de Coppolla também introduziu um romance que não existe no livro entre Drácula e Mina Harper.
Nos demais a estória é marcante,uma referência na histórias dos romances góticos e de vampiros.